Muito mais do que um cheirinho agradável, a aromaterapia é uma técnica que pode proporcionar diversos benefícios para a saúde. Nesse método, a utilização de óleos essenciais através da inalação ou do contato com a pele provocam estímulos emocionais e fisiológicos. A técnica é usada principalmente em adultos, mas também pode fazer parte da rotina de crianças e bebês. A seguir, confira o que diz a aromaterapeuta Daiana Petry.

Aromaterapia para bebês: riscos e benefícios
De acordo com Daiana, para bebês de até três meses, a recomendação geral é evitar o uso direto de óleos essenciais, tanto por inalação como uso tópico. A partir dos três meses, os pais podem usar a aromaterapia em seus filhos através de difusores ambientais e diluições adequadas, que permitem o uso tópico em massagens e cuidados com a pele.
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Quais são os óleos essenciais mais seguros para usar em crianças e bebês?
Os óleos essenciais mais seguros para bebês e crianças pequenas são aqueles considerados mais calmantes, com baixo risco de irritação e toxicidade. Por exemplo:
- Lavanda (Lavandula angustifolia): calmante e segura para bebês, ajuda no sono e na tranquilidade.
- Camomila Romana (Anthemis nobilis): excelente para acalmar cólicas e irritações na pele.
- Tangerina (Citrus reticulata): leve e relaxante, estimula a digestão e ajuda a diminuir a irritabilidade.
Precauções necessárias
Por fim, Daiana afirma que a segurança sempre deve vir em primeiro lugar ao usar óleos essenciais nos pequenos, já que eles são mais sensíveis aos seus efeitos. “O uso desses produtos deve ser sempre pontual e com propósito definido. É importante evitar a aplicação recorrente e excessiva, utilizando-os apenas quando necessário e para tratar uma queixa específica” explica.
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