Quando falamos de métodos contraceptivos, há uma diversidade de alternativas disponíveis. As opções variam conforme a saúde, o estilo de vida e as preferências de cada mulher. Nos últimos anos, o Implanon, também conhecido como chip anticoncepcional, tem ganhado mais relevância. Mas será que você sabe tudo sobre ele? No post a seguir, nós explicamos!

O Implanon é um método anticoncepcional de longa duração que consiste em um pequeno implante inserido sob a pele do braço da mulher. O produto libera lentamente uma dose constante de hormônio, prevenindo a ovulação e tornando o muco cervical mais espesso e menos permeável para os espermatozoides.
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Eficácia
O chip anticoncepcional é extremamente eficaz na prevenção da gravidez. Sua taxa de eficácia é superior a 99%, fazendo dele o método contraceptivo mais seguro atualmente.
Por outro lado, vale lembrar que o Implanon, assim como todos os anticoncepcionais hormonais, não protege contra infecções por HIV ou contra qualquer doença sexualmente transmissível.
Gravidez não planejada
De acordo com o Ministério da Saúde, estudos recentes apontam que 218 milhões de mulheres em idade reprodutiva, entre 15 e 49 anos, em países de baixa e média renda, incluindo o Brasil, querem evitar a gravidez, mas não estão usando um método contraceptivo moderno. O não uso, o uso inconsistente ou incorreto ou a interrupção do uso de contraceptivos colaboram para uma gravidez não planejada.
É possível colocar implanon pelo SUS?
Atualmente, é possível colocar o chip anticoncepcional pelo SUS, desde que a mulher se encaixe em um dos grupos abaixo:
- Adolescentes de 13 a 19 anos, 11 meses e 29 dias;
- Usuárias de álcool e drogas em idade reprodutiva, em acompanhamento no CAPS I ou infanto-juvenil (prescrição especializada);
- Portadoras de distúrbios da saúde mental (psiquiátricas) ou rebaixamento do nível de entendimento;
- Mulheres soropositivas para HIV, com acompanhamento no SAE (prescrição especializada);
- Mulheres em idade fértil, com as seguintes comorbidades – trombofilias, antecedente pessoal de tromboembolismo, mulheres que realizaram cirurgia bariátrica há menos de 2 anos e doenças autoimunes, em acompanhamento especializado.
