As condições mais baixas da temperatura são conhecidas, popularmente, por ocasionar o ressecamento, aspereza e sensação de repuxamento na pele, principalmente em áreas como bochechas, cotovelos e pernas. Diante da perda de umidade causada pelo clima frio e seco, a pele negra é uma das principais afetadas pelas mudanças atmosféricas. No post a seguir, confira os cuidados indicados pela biómedica Jéssica Magalhães.

De acordo com a biomédica esteta Jéssica Magalhães, é natural que a pele negra seja mais propensa a produzir e apresentar manchas visíveis devido às sutis descamações durante o frio, que embora passem despercebidas à primeira vista, interferem na textura e no viço (brilho natural) da derme.
“Para manter a pele saudável e bonita durante essa estação, é essencial adotar uma rotina de hidratação mais eficaz e prestar mais atenção à ingestão de água”, explica.
Além disso, Jéssica explica que a prioridade é preservar a barreira cutânea. Por isso, o ideal é substituir os sabonetes com ácidos por produtos mais suaves. Por exemplo: hidratantes mais densos ou que possuam ingredientes como pantenol e manteiga de karité. “Caso use ácidos, reduza a frequência para evitar sensibilidade e tenha mais atenção às reações da pele para poder interromper se necessário”, recomenda.
Hiperpigmentação da pele negra
A especialista em pele preta enfatiza que o ressecamento mais acentuado e o aspecto acinzentado da derme torna a estação ainda mais estratégica e preventiva. Além disso, Jéssica alerta para uma maior tendência à hiperpigmentação pós-inflamatória durante o período.
“A radiação UVA, responsável pelo envelhecimento precoce e pelas manchas, permanece presente mesmo em dias nublados ou frios. E quando falamos de pele negra, que já tem maior propensão a hiperpigmentações (produção de manchas), o filtro solar é uma ferramenta de proteção e prevenção essencial”, conclui.
