O mercado brasileiro de joias não para de crescer. De acordo com o levantamento da consultoria Mordor Intelligence, em 2024, o setor foi avaliado em US$ 3,89 bilhões. Em um universo onde o brilho encanta, mas nem sempre é verdadeiro, o número de falsificações também avança e engana até os olhos experientes. Veja como saber se uma joia é de ouro ou de prata.

Marcação na peça
Toda joia de qualidade traz marcações específicas gravadas em locais discretos, como o número da liga — “925” para prata esterlina e “750” para ouro 18 quilates, por exemplo. “Se não tiver nenhuma gravação visível ou se a marca parecer superficial demais, é provável que a peça seja apenas folheada ou, pior, falsificada”, explica Edson Cunha da Silva, sócio da GP Pratas.
Teste do ímã
Ímãs não atraem metais preciosos como ouro e prata. “Se um ímã puxar uma peça, ela provavelmente é feita de metal comum com banho superficial”, explica. A seguir, veja como realizar o teste do ímã:
Peso e densidade
Joias verdadeiras têm densidade específica. Em geral, são mais pesadas do que versões falsificadas. “Uma corrente de prata legítima tem um peso consistente. Quando a peça parece grande, mas é leve demais, é sinal de que algo está errado. Pode ser alumínio, aço leve ou até plástico revestido”, alerta Edson.
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A oxidação da prata é um bom sinal
Por fim, muita gente acredita que quando a prata escurece com o tempo é porque o material é de má qualidade. É o oposto. Edson explica que a prata verdadeira oxida levemente com o uso e com o tempo, principalmente em contato com suor e poluição. Esse escurecimento superficial é normal e sai facilmente com uma flanela específica.
