Em um mundo cada vez mais acelerado e digital, a decoração encontra no analógico um respiro. A volta do feito à mão, dos objetos com história e das texturas reais reflete um desejo coletivo de desacelerar e reconectar com o que é sensível e humano.
Aliás, esse é um interesse cada vez mais presente nas novas gerações, e remete àquela velha frase ‘saudade do que não vivemos’. Se você também recorda da época do analógico com carinho ou deseja inserir essa proposta no lar, confira algumas dicas.

Que elementos analógicos podem fazer parte do décor?
Discos de vinil, vitrola, câmeras fotográficas, fotos impressas, telefones antigos, máquinas de escrever e rádios ganham novo protagonismo nos espaços, não apenas como peças decorativas, mas como símbolos de memória, afeto e permanência. Nesse sentido, eles carregam marcas do tempo, imperfeições e narrativas – exatamente o oposto da estética descartável e instantânea. Ainda que não seja algo ‘antigo’, os livros físicos também podem ser considerados de uma era analógica.




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Que materiais podem complementar a estética?
O analógico se manifesta também nos materiais: madeira natural, cerâmica artesanal, tecidos rústicos, papéis texturizados e acabamentos foscos. São elementos que convidam ao toque e criam ambientes mais acolhedores, onde o tempo parece passar de forma mais gentil.




Equilíbrio entre presente e passado
Essa tendência não nega a tecnologia, mas propõe equilíbrio. Assim, o passado dialoga com o presente, criando espaços que valorizam a experiência, a pausa e o olhar atento. Decorar com o analógico é, acima de tudo, uma escolha emocional – um retorno à essência, à memória e à beleza das coisas simples.



