Bem-Estar
Aromaterapia: 3 cheiros que "enganam" o cérebro e reduzem a vontade de comer no inverno
Você sente mais vontade de comer no inverno? Saiba como a aromaterapia pode ajudar no controle do apetite.
Com a chegada dos dias mais frios, é comum sentir uma vontade comer mais — especialmente alimentos ricos em açúcar, gordura e carboidratos. O fenômeno tem explicação: temperaturas baixas fazem o corpo buscar mais energia para se manter aquecido. Mas, além disso, o aumento do apetite também está ligado a gatilhos emocionais, como ansiedade, conforto e uma rotina mais sedentária. No artigo a seguir, veja como a aromaterapia pode reduzir a vontade de comer no inverno.
Por que sinto mais vontade de comer no inverno?
O frio faz com que o corpo precise de mais energia para se manter aquecido, aumentando o gasto energético. Como a energia vem do que comemos, ele envia sinais para aumentar a fome e manter a temperatura equilibrada.
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Olfato x compulsão alimentar
O que poucos sabem é que o olfato pode ser um aliado poderoso no combate à compulsão alimentar durante os meses frios. A aromaterapeuta e especialista em neurociência Daiana Petry, explica que utilizar óleos essenciais com propriedades terapêuticas tem se mostrado eficaz ao estimular os centros de prazer do cérebro sem a necessidade de ingestão calórica.
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Aromaterapia para controle do apetite
Óleos essenciais como grapefruit, patchouli e ylang ylang ativam centros de prazer sem ingestão calórica, ajudando a controlar o apetite emocional nos dias frios.
Dicas práticas:
- Antes de ir até a geladeira por impulso, experimente inalar por 3 a 5 minutos uma gota dos óleos essenciais de grapefruit e patchouli.
- Pingue uma gota de patchouli ou ylang ylang em um lenço ou colar difusor e inspire profundamente durante momentos de ansiedade.
- Use difusores ambientais ou sprays aromáticos em locais onde costumam aparecer os episódios de fome emocional, como no escritório ou no sofá.
Por fim, é importante lembrar que a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a prática como um recurso terapêutico, o que a torna complementar a outros tratamentos de saúde. No Brasil, por exemplo, o Sistema Único de Saúde (SUS) utiliza a aromaterapia como uma prática integrativa e complementar.