A pele sensível tem um limiar menor ao estímulo irritante, explica a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em outras palavras, isso significa que a tolerância para produtos e agentes externos é reduzida e, por isso, a situação exige cuidado.

Identificar os sinais de que a pele é sensível é a primeira etapa para organizar o skincare. Se a área fica vermelha com facilidade, tem ardência ou alterações ao aplicar produtos ou descama, é bem provável que essa seja realidade.
A partir disso, então, o cuidado inicial está ligado a produtos que protejam a barreira cutânea. Para isso, é fundamental manter a hidratação em dia a fim de evitar danos, explica a dermatologista Fernanda Fonseca. Com lesões na barreira, é mais provável que a pele sinta os danos de agentes externos e perca mais água, por exemplo.
Por conta disso, então, a especialista acende alerta em relação a procedimentos como laser e peelings, além do uso de ativos como os ácidos retinóico, lático e mandélico, o peróxido de benzoíla e o adapaleno. Os rótulos não são proibidos, mas exigem cuidado e tratamento aliado a um hidratante específico para sensibilidade.
Além de danos imediatos, como ardência e vermelhidão, o uso inadequado de produtos pode levar a manchas e cicatrizes. Por isso, contar com a orientação de profissional dermatologista é inegociável.
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