Alguns perfumes não saem de cena. Eles apenas aguardam o momento certo para retornar. E é exatamente isso que acontece agora com a linha Dream, de O Boticário. Ela volta ao portfólio da marca em 2026 após ficar fora das prateleiras, mas nunca fora da memória afetiva dos consumidores.
Ao longo do tempo, Dream seguiu presente nas redes sociais, em comentários, lembranças e pedidos recorrentes. Por isso, mais do que um simples relançamento, o retorno da linha marca o início de um novo movimento estratégico da marca: a plataforma “A Chefe dos Descontinuados”.
Siga a Like Magazine no Instagram

A nostalgia como estratégia de marca
Atualmente, consumidores não apenas compram perfumes: eles constroem histórias com eles. Nesse contexto, O Boticário transforma a saudade em decisão de negócio e lança uma iniciativa inédita baseada em escuta ativa, dados culturais e comportamento real do público.
Assim nasce “A Chefe dos Descontinuados”. Trata-se de uma figura simbólica e conceitual que representa a curadoria de produtos que, mesmo descontinuados, nunca deixaram de ser desejados. Dessa forma, a marca inaugura um modelo contínuo de monitoramento de tendências, sentimentos e conversas orgânicas para orientar comebacks estratégicos. Portanto, nostalgia deixa de ser exceção e passa a ser método.
Dream é o primeiro comeback desse movimento
Dentro desse processo, a comunidade falou e foi ouvida. Lançada originalmente como uma linha de body splashes leves, doces e envolventes, Dream se consolidou como um verdadeiro objeto de afeto entre os consumidores. Agora, a linha retorna com três versões icônicas:
- Viagem Encantada
- Céu de Baunilha
- Amor no Ar
Além disso, suas fragrâncias seguem associadas à imaginação, à delicadeza e ao conforto emocional. Essas características explicam por que, mesmo fora do portfólio, os consumidores nunca deixaram de lembrar da linha.

Conversa digital que vira relevância cultural
O impacto da linha Dream também se reflete nos números. Somente em plataformas de vídeo, os usuários já criaram mais de 7,4 mil conteúdos orgânicos e impulsionaram mais de 33 milhões de visualizações em hashtags relacionadas à marca e à linha.
Consequentemente, o que nasce como memória afetiva se transforma em engajamento, alcance e valor cultural, reforçando o potencial de viralização e a força da conexão emocional entre marca e consumidor.
