Bem-Estar
Tristeza próxima às festividades? Conheça a síndrome que pode surgir no fim do ano
É só começar Dezembro e chega aquela sensação de que o ano está terminando. O desespero e a ansiedade se misturam com a chegada do novo.
Última atualização: 28/11/2024 16:03
É só começar Dezembro e chega aquela sensação de que o ano está terminando. O desespero e a ansiedade se misturam com a chegada do novo. Comum no período das festas, a depressão de fim de ano, também conhecida como síndrome de fim do ano, pode gerar ansiedade, frustração e tristeza. Saiba mais sobre os sintomas e veja como driblá-los.
Sintomas da depressão de fim de ano
Mudanças no apetite, perda ou ganho rápido de peso, dificuldade para dormir, dificuldade de concentração, sentimentos de inutilidade ou culpa, cansaço excessivo, preocupação e ansiedade são alguns dos indicadores dessa síndrome.
Como lidar?
Use as redes sociais com moderação
Para lidar com a depressão de fim de ano, é importante usar as redes sociais com moderação a fim de evitar comparações, já que durante as festividades, estes espaços são tomados por postagens que envolvem conquistas profissionais e pessoais.
Aliás, siga a Like Magazine no Instagram e fique por dentro de mais novidades sobre bem-estar!
Não esqueça de se exercitar
Além de fazer o uso moderado das redes sociais, é indicado manter rotinas saudáveis, incluindo os exercícios físicos, que geralmente são colocados de lado durante as festas.
Dedique seu tempo para o lazer
Preze pelo lazer! Realize atividades como passeios no parque, idas ao cinema ou qualquer outra que traga leveza ao seu dia. Uma vez que relaxar é essencial para lidar com a síndrome de final de ano e recarregar as energias.
Sinais de alerta para a depressão de fim de ano
Por fim, é importante lembrar que pacientes com transtornos psicológicos podem evidenciar a depressão de fim de ano de maneira mais intensa. Em alguns casos, a terapia é suficiente para ajudar a pessoa a entender a origem desses sentimentos e a desenvolver estratégias para lidar com eles. Em outros, o médico responsável pode considerar o uso de medicação.