Revista Like Magazine

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Os novos animais de estimação

07/12/2015 / Por: Bruna Kirsch

Eles são tratados como filhos, são cuidados com carinho e fazem a alegria de qualquer lar. Não estamos falando aqui dos tradicionais cãezinhos e gatinhos, estamos falando dos “novos” animais de estimação. Quem não lembra de filmes como Baby, o Porquinho Atrapalhado ou A Menina e o Porquinho e nunca pensou como seria ter um desses em casa? Aquela ideia de que o animal cresce demais e fica malcheiroso está ultrapassada. Hoje existe uma nova espécie de porco, chamada de minipig. Ele pode ser criado dentro de casa, obedece ordens e sim, se mantém limpo e cheiroso (com ajuda do dono, é claro). Do outro lado, temos a fofura dos coelhinhos. Eles já são nossos velhos conhecidos e muitas crianças pedem para os pais na época da Páscoa. Para quem não sabe, os coelhos podem ser sim domesticados e criados soltos dentro de casa e são ótimas companhias. Ah, eles adoram um carinho na barriga. Confira a história da Luciana Farina e da Pururuca e da Rúbia Goetz e do Lupi.

Minipig

Quando chegamos ao sítio de Luciana Farina, em Lomba Grande, a Pururuca já se manifestava perto da porta com aquele som característico que só um porquinho emite. Com sua coleirinha para cachorro, ela estava cheirosa e faceira à nossa espera. A minipig de 4 meses, da raça Kunekune (da Holanda) era o sonho da estudante de Direito desde a infância. “Eu sempre achei os porcos um dos bichinhos mais fofos do mundo. Quando eu tinha uns 15 anos uma amiga disse que existia a versão minipig. Vi fotos na Internet e me apaixonei. Meu marido me deu a Pururuca de presente de aniversário”, diz ela, contando que compraram de uma criadora de porquinhos de São Paulo (com o transporte ela custou 1,2 mil reais). Mas, as atenções para a Pururuca são divididas com a Tatá, a cachorrinha vira-latas de 3 anos que também é um dos xodós de Luciana e que adora a porquinha (tanto é que ela queria aparecer em todas as nossas fotos). “As duas são um grude. Gostam de correr uma atrás da outra e de brincar de morder. Quando cansa, a Pururuca se deita e pede com o focinho para que a Tatá faça carinho nela. Claro que, como qualquer outro bichinho de estimação, às vezes rola ciúmes”, conta a dona. Pururuca está morando há apenas dois meses na casa de Luciana, mas já mostra que aprendeu muito neste tempo. “Já consigo colocar coleira nela e ela sai para caminhar na rua superdireitinho. É um verdadeiro sucesso quando levo ela para passear. Ela também demorou um pouco para me obedecer, mas agora quando eu grito ‘Pururu’ ela vem correndo.”

Coelhinho

Já na casa da assistente social e professora universitária Rúbia Goetz, em Dois Irmãos, a atração é o coelhinho Lupi, de 3 aninhos. Ele chama a atenção de quem passa na rua, pois é diferente da maioria dos coelhos: tem pelos longos e olhinhos escuros e é muito, mas muito fofo. Chamado carinhosamente de “filho” por Rúbia, o Lupi, da raça Fuzzy Lop, se assustou um pouco com os flashes da câmera e mostrou que tem personalidade correndo para os seus cantinhos preferidos em casa. “Eu resolvi comprar o Lupi em uma fase que estava morando sozinha e queria um bichinho que não sofresse muito em permanecer sozinho. Foi quando li uma reportagem sobre a independência dos coelhos e pensei que seria uma ótima possibilidade. Comprei ele em Porto Alegre em uma agropecuária. Fui apenas olhar, mas quando peguei no colo (era bem pequeninho) não larguei mais”, conta. Rúbia diz que outro motivo por ter escolhido o coelho, foi porque morava em um apartamento e queria um animal que não incomodasse os vizinhos emitindo sons.

Leia a reportagem completa na edição impressa da Like Magazine de dezembro.


Fotos: Rodrigo Fanti/RPDois Fotografia

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