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Falando em saúde

13/07/2017 / Por:

Publieditorial

 

Dr João Couto Neto

Dr. João Couto Neto é formado em medicina pela Universidade Católica de Pelotas - CRM: 25.387), graduado em Cirurgia Geral pelo Hospital Nossa Senhora da Conceição Porto Alegre, pós-graduado em Cirurgia do Aparelho Digestivo e Videocirurgia pelo Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre. Também médico responsável pelo CT Hérnias e presidente da Sociedade Médica do Hospital Regina de Novo Hamburgo. Desde o ano de 2000, realiza um trabalho de excelência no tratamento cirúrgico de pacientes com câncer.

 

Sobre CÂNCER DE PELE - DIAGNÓSTICOS E COMO CURAR

O de pele é o tipo de câncer mais diagnosticado no Brasil e no mundo e é preciso cuidar muito para que não haja evolução na doença após seu aparecimento. Fique atento à novas lesões ou modificações de sinais que já existiam ou a presença de feridas que não cicatrizam. Também fique alerta à coloração de suas pintas, se elas tiverem variações de cor, de tamanhos e se as bordas ficarem irregulares. Esses critérios deram origem à regra do ABCD, que utiliza algumas características para dar nota à pinta e dar a devida atenção às possibilidades de pintas malignas. De fato, quem tem pintas deve ter o hábito de frequentar o dermatologista, pois ele poderá detectar e encaminhar para um cirurgião fazer sua retirada antes que a doença evolua. Se você só tem pintas clarinhas, pequenas e regulares, continue prestando atenção às novas que surgirem. É importante você fazer um check-up com seu dermatologista de vez em quando e também usar filtro solar.

PEDRAS NA VESÍCULA: FIQUE ATENTO AOS SINTOMAS

A vesícula biliar é um órgão responsável pelo armazenamento da bílis que, por sua vez, contribui na digestão, sendo encarregado por digerir e queimar gorduras. Devido a alterações químicas na composição da bile no interior da vesícula, os cálculos biliares podem se desenvolver. Eles são pequenos depósitos de colesterol ou de sais de cálcio que se formam no interior da vesícula biliar. Problemas relacionados são mais comuns em mulheres, mas é importante ficar atento aos sintomas: inchaço e gases, enjoo e tontura, dores pontuais, mau hálito e febre e icterícia. Se não forem tratados os cálculos biliares podem levar à cólica biliar, pancreatite e outras complicações bastante graves. Os cálculos biliares são tratados com cirurgia para remover a vesícula biliar, sendo a mesma dispensável para um correto funcionamento do trato digestivo. Este procedimento é chamado de colecistectomia e geralmente é realizado por laparoscopia. A maioria dos pacientes pode voltar para casa no mesmo dia.

VOCÊ JÁ TEVE HÉRNIA?

Segundo dados do IBGE - 2009, aproximadamente 5,4 milhões de pessoas sofrem de hérnia somente em nosso país. E o que é isso? Trata-se de um “ponto de fraqueza” ou uma abertura da parede abdominal causada por um enfraquecimento ou rompimento da musculatura do abdômen, que ocorre quando um órgão empurra uma massa circunscrita através da abertura no músculo ou tecido que mantém o intestino no lugar. Os tipos mais frequentes são as hérnias inguinais, de hiato - quando parte do estômago se projeta para cima através do diafragma; a umbilical - crianças e bebês com menos de 6 meses de idade - o único tipo de hérnia que pode desaparecer; e a hérnia incisional - que pode ocorrer depois de uma cirurgia abdominal, em um local que tenha ficado vulnerável.

Causas

Entre as causas mais comuns estão a falha da parede abdominal, idade, tosse crônica e danos causados por lesões ou cirurgias. De um modo geral, a pessoa não poderá saber que tem uma hérnia a menos que ela seja vista durante um exame de rotina ou um exame médico para um problema não relacionado. Por isso, esteja atento e sempre consulte um médico quando tiver alguma dúvida.

Tratamento

Existem algumas opções de tratamento, mas nenhuma delas “cura” a hérnia. No caso de não eliminar o desconforto que ela traz, a cirurgia será indispensável. A hérnia não pode permanecer sem atenção, pois existem casos em que o intestino, por não receber fluxo de sangue suficiente, fica sujeito a estrangulamento e isso pode fazer com que o tecido intestinal seja infectado. Independentemente do tamanho da hérnia e/ou da gravidade dos sintomas, ela precisa de atenção. Em alguns casos, o médico pode simplesmente monitorar a hérnia de possíveis complicações.


 

Dr. João Couto Neto

Av. Doutor Maurício Cardoso, 833 - sala 504
Telefones: (51) 3035-1716 e 3035-1718
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