Revista Like Magazine

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Marcelo Grohe

25/01/2016 / Por: Camila Severo

Bem casado e curtindo o primeiro filho, Marcelo Grohe, 29 anos, é o avesso da fama que a maioria dos jogadores de futebol carrega. De fala tranqui­la, visual comportado e um sorriso tímido e constante no rosto; definitivamente ele não só parece, como é um bom moço. Dentro e fora de campo, não se mete em polêmicas e tem como principais características a pa­ciência e a humildade. Adjetivos estes que foram fundamentais na sólida carreira que construiu. E se é para falar em carreira e em conquistas, 2015 foi o ano dele!

Após engatar uma sequência no time principal, em 2013 Grohe foi preterido por Dida e, na contramão do que muitos previam, permaneceu no Grêmio e, não só soube es­perar novamente sua vez chegar, como pro­curou aprender com a experiência do colega. Em 2014 veio a redenção! Pela primeira vez, foi eleito o melhor goleiro do Campeonato Brasileiro pela Bola de Prata da Revista Placar. Conquistou a titularidade, o respeito da tor­cida tricolor e da imprensa em todo o Brasil. Em 2015, a confirmação: Grohe foi de novo o melhor goleiro do Brasileirão e passou a ser convocado com frequência para a Seleção Brasileira de Dunga.

 

Like - Em 2015 você foi convocado pela primeira vez para a Seleção Brasileira, foi eleito o melhor goleiro do Bra­sileirão... Dá para dizer que foi o grande ano da tua carreira?

Marcelo Grohe - Dá sim. Em termos de produção, foi o ano mais importante da minha carreira sim. Chegar à Seleção principal era um objetivo que eu tinha desde as categorias de base, quando fui convocado pela primeira vez para a sub-18. Esta é uma temporada que vai ficar marcada para mim.

 

Tem como descrever a sen­sação de vestir a camiseta da Seleção?

É um orgulho muito gran­de. Vestir a camisa da Seleção, ser chamado para representar o País... Não consigo nem descre­ver. É um sentimento incrível. Es­pero viver isso mais vezes. Estou trabalhando para isso.

 

E Copa do Mundo, está nos teus planos? Como planeja este trajeto até lá?

Todo atleta que um dia veste a camisa da Seleção, quer viver isso de novo. Comigo não é di­ferente. Disputar uma Copa do Mundo, então, seria sensacional. E o planejamento não pode ser outro: me dedicar ao máximo nos treinamentos e nos jogos do clube e aproveitar as oportuni­dades se for convocado. Não dá para pensar lá na frente e esque­cer o dia a dia. Eu penso no hoje, no agora. Quero jogar bem pelo Grêmio. Acredito que a convoca­ção é consequência do trabalho que você faz no clube.


Fotos: Rodrigo Fanti/RPDois Fotografia

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