Revista Like Magazine

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Dr. Rey, o mestre das cirurgias plásticas

06/04/2016 / Por: Bruna Kirsch

Quem nunca quis mudar algo no seu corpo? Que mulher não sonha em fazer aquela cirurgia plástica? E, quem nunca assistiu ao programa do Dr. Hollywood? Para quem não conhece, Roberto Miguel Rey Júnior é o famoso Dr. Rey, o brasileiro que virou celebridade por suas cirurgias plásticas em Hollywood. Filho de mãe gaúcha, teve uma infância sofrida e com 12 anos foi levado por missionários para morar nos Estados Unidos, onde teve que romper barreiras para conseguir estudar e consolidar uma carreira. Roberto se formou em Engenharia Química e em Medicina e fez especialização em cirurgia plástica e reconstrutiva, além disso, fez mestrado em Ciências Políticas em Harvard, e garante que não foi fácil entrar na instituição. O seu reality show, Dr. 90210 ou Dr. Hollywood até hoje é exibido em mais de 170 países, e ele também protagoniza outros programas televisivos. Uma cirurgia com o famoso doutor para aumento de seios, por exemplo, custa R$ 24 mil.

Com 55 anos e uma carreira consolidada com mais de 33 mil cirurgias no currículo, ele esteve recentemente viajando pelo Brasil para lançar seu livro, Dr. Rey O Brasileiro que se tornou o Dr. Hollywood. Entre suas paradas, ele passou por Canoas, onde tivemos a honra de uma entrevista exclusiva. Com um estilo irreverente, ele vestia sua roupa especial de academia (pois de lá seguiria para seus exercícios diários), e carregava uma bandeirinha do Brasil, que diz ter ganho de Ayrton Senna. Dono de um coração enorme, muito religioso e apaixonado pelo que faz, Dr. Rey também realiza um amplo trabalho social e ficará no Brasil até julho, quando viajará para a África para mais uma missão humanitária onde vai operar pessoas carentes.

 

Like Magazine - Sabe quantas cirurgias plásticas já realizou?

Dr. Rey - Foram mais de 33 mil cirurgias e nunca tive uma morte, apenas cinco infecções e isso é estatisticamente impossível. Mas, sabe por quê? Eu sempre começo um dia de cirurgia de joelhos, com uma oração. Atualmente eu continuo fazendo muitas cirurgias. Corro para os Estados Unidos e faço 20 cirurgias, sendo seis por dia.

Qual o principal pedido das americanas?

Hoje elas não querem mais aqueles peitos enormes. Duzentos e cinquenta ou 300 gramas ok, mas com 450 gramas elas ficam baixas e gordinhas. Hoje o que elas querem de verdade é o bumbum brasileiro. Eu faço cerca de quatro bumbuns por dia. Ele é o número 1. Na verdade a gringa quer ser brasileira. Na escola, quando minha filha conta para os moleques que tem descendência brasileira, eles ficam encantados porque as principais top models do mundo são daqui. A mulher do mundo quer ser brasileira. Isso mudou dos anos 1960, quando todo mundo queria ser gringa. Mas para as brasileiras eu sempre digo: cuidado com o implante muito grande. E quando possível, vamos usar células-tronco ao invés de próteses.

Como assim células-tronco?

Esta é a nova tendência. Nos Estados Unidos eu não uso mais próteses de silicone. Para o aumento de seios e bumbum utilizo as células-tronco da própria mulher. Elas são retiradas de alguma parte do corpo e são separadas da gordura. Então, são implantadas no local desejado.

Leia a entrevista completa na edição impressa da Like Magazine de abril (nº 37).


Fotos Rodrigo Rodrigues/Especial

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