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Minhas dicas do Paris 6

10/07/2016 / Por: Camila Severo

Esperado desde 2015, quando rumores apontavam a inauguração por aqui, foi só no mês passado que o Paris 6 abriu as portas em Porto Alegre. E, como era de se esperar, causou furor e filas de espera nos primeiros dias. Nas duas vezes em que estive lá, as mesas estavam lotadas, com um entra e sai constante. E entre tantos comentários, resolvi escrever aqui as minhas considerações.

Ele segue o padrão das outras unidades, ou seja, o ambiente é em estilo “bistrô vintage” parisiense, com luz baixa, quadros de caricatura de famosos nas paredes, cartazes de espetáculos e decoração em tons quentes! Já o cardápio principal é enorme e celebridades dão nome aos pratos. Tipo assim, a gente pode comer o Reynaldo Gianechini, Danielle Winits ou o Dunga ao tempo de um pedido.

Brincadeiras à parte, a minha opção foi o “Chris Torloni”, que é um risoto com cogumelos finalizado com azeite de oliva trufado e parmesão (R$ 63). Servido em uma panelinha de ferro, é o suficiente para uma pessoa – e ponto! Quanto ao sabor, estava bom, mas não me encantou. O que fez meu olho espichar e meu lado gordo exultar foi o que vi passar: o Marina Ruy Barbosa, ou seja, nhoque recheado de brie gratinado com quatro queijos. De dar água na boca! Acho que terei que voltar, até porque, conforme me disse o Isaac Azar, dono e idealizador do Paris (que aqui tem sociedade com Vanderlei Luxemburgo), o cardápio jamais diminui, apenas cresce.

Aliás, é do Isaac (na foto aí ao lado) a criação da principal atração da casa: o Grand Gateau! Para terem uma ideia, mesmo a carta de sobremesas somando quase cem doces, todas as atenções são voltadas justamente para ele, que custa em torno de R$ 30. E, a minha dica? O difícil vai ser escolher entre os mais de 30 sabores, mas, seja qual for, divida com pelo menos uma pessoa, pois é realmente grande!

Mas, antes da sobremesa, ainda na hora do prato principal, dê atenção a outro cardápio... Assinado pela musa fitness Bella Falconi, o Menu Fit é ótimo! Comi salmão ao azeite de hortelã com purê de biomassa de banana verde e berinjela assada (R$ 69). Comida saborosa, servida em boa quantidade e que me ganhou! E, para beber, não há dúvidas: suco Paris 6, que tem morango, laranja e abacaxi e é adoçado com mel (R$ 9). D-e-l-i-c-i-o-s-o!

Ah, para terminar, vale lembrar: o local fica aberto 24 horas. Tem muita gente por aí dizendo que não vai dar certo, pois nós, os gaúchos, “não temos esta cultura”. Seja como for, torço para que o Paris tenha vida longa e, para quem resolver aparecer por lá na madrugada, minha última dica: esqueça os pratos de massa, saladas, carnes... Acho que as melhores opções são as “porções para compartilhar” ou os omeletes, sanduíches, hambúrgueres, sopas, cremes e cafés! Viu, eu falei que o cardápio era extenso!

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