Revista Like Magazine

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Finalmente fui conhecer o Madre!

08/09/2017 / Por: Camila Severo

Inacreditável, mas o Madre, em Novo Hamburgo, está fazendo um ano e meio e eu ainda não tinha ido conhecer o lugar. Mas isso mudou há alguns dias, em uma quinta-feira despretensiosa em que eu recrutei o Bernardo e resolvemos ir para casa mais tarde. Reservamos uma mesa, chegamos perto das 20 horas e nos acomodamos.

De imediato gostei dos aconchegantes e fofos pelegos nas cadeiras e, aos poucos, fomos sendo conquistados por outros motivos. Primeiro, os cardápios de drinks e de comidas te fazem querer experimentar várias coisas... Segundo, o ambiente vai te ganhando e mudando conforme passa o tempo. Explico: no começo, apenas nós e outras poucas pessoas estávamos lá e a música de fundo era agradável, em geral de bandas nacionais gostosas de ouvir e ficar cantarolando enquanto se decide o que pedir. Mas, conforme foi enchendo (e lotou!), o som mudou e as luzes também. O teto, por exemplo, fica piscante e uma graça. Olha o detalhe da foto aqui do lado...

Iniciamos os trabalhos com um drink, que é um dos fortes da casa. Como já tinham me dito que a caipirinha era certeira, fui por aí (R$ 15 a com vodca nacional). Quis a de frutas amarelas, que leva maracujá, maga e ameixa. Eu, que adoro um visual, me apaixonei quando recebi o copo. Todo bonitinho e desta vez com ameixa vermelha, pois, me explicaram, compraram errado a fruta. Que seja, pois estava ótimo. A caipirinha é bem servida e “pedaçudinha”, sabe? Cheia de frutas para comer com o canudo... #delícia.

Já o Bernardo resolveu experimentar um dos chopes e foi do artesanal Adoma pilsen (R$ 7,50 o copo de 300ml) , que ele ainda não conhecia e supre todas as expectativas para quem gosta do tipo pilsen – mas a casa ainda oferece a opção do chopes Brahma e escuro da Adoma, além de cervejas. 

Na hora de pensar no que comer começou o dilema, pois sempre sofro quando há muitas opções que acho que vou curtir. E era o caso... Mas resolvemos ir de polenta com provolone e maionese. Eu, que sou #aloka da maionese verde e da polenta obviamente enlouqueci! Mas, como dar só a minha opinião seria levemente parcial, afirmo aqui para vocês que o Bernardo também adorou. E não tinha como não, pois a polenta é crocante e fica assim mesmo quando fria, pois ficamos conversando e, quando fomos pegar, estava igualmente boa. Além disso, achamos a porção (R$ 18) bem servida. #ficadica

Como estávamos famintos e fomos lá para jantar mesmo, pedimos como “principal” uma das novidades da casa: La Vaca com fritas (R$ 26) para ele e El Chancho com chips de batata (R$ 24) para mim.  Sabe aqueles hambúrgueres que parecem menores do que tua fome quer e te surpreendem? Foi assim, tanto que comi um pouco mais da metade e o Bernardo arrematou o restante. Ambos são de pão cervejinha, mas o meu era com hambúrguer de porco e o dele de costela. O meu tinha provolone, cebola caramelizada e outras coisinhas; já o dele cheddar, cebola roxa e bacon!

Satisfeitos e cansados, resolvemos sair antes do show sertanejo começar, mas não sem fazer um último brinde: o clássico e lindo Aperol para o Bernardo (R$ 16) e Amarula on ice (R$ 22), que também leva licor de amora, para mim! Eu curti porque achei bem refrescante, mas é docinho. Então só peça se gostar deste tipo de bebida, ok?! 

 

Madre Pub

Onde: Rua Marcilio Dias, 2.089, Centro, Novo Hamburgo.
Aberto: de quarta a sexta-feira, das 18 horas à 1h.
Atrações: vale ficar atento aos shows de voz e violão, que começam às 22 horas. Na quarta a música é variada, na quinta é sertanejo, na sexta pop rock e no sábado “um reggae ou outros ritmos mais tranquilos”, como me explicou o garçom. 
Movimento: no dia que fomos, na quinta, o lugar lotou. Então, para quem quiser reservar uma mesa a dica é fazer isso pelas redes sociais do Madre. A reserva vale até 21 horas.
Detalhe que vale ressaltar: gosto quando o lugar se preocupa com o meio em que está inserido e aqui tem isso! Praticamente tudo que eles servem é feito lá dentro mesmo e os insumos são frescos e prioritariamente de produtores da região. Legal, né?!
Mais em: Instagram @madrepub ou Facebook /madrepub






Fotos: Bernardo Pretto e Camila Severo

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